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Albergue dos danados

Blog de maus e mal-dizer 

2010-06-29


Com zê no fim, iv. Éle de Lavoisier enganou-se. Intendente G. Vico da Costa.

Referência



Que lavas no rio, i. Há quem sustente a existência de uma ligação entre democracia e palavra, que esta é condição daquela, condição íntima e fundamental. Entretanto constata-se quão a palavra é castigada, castigada sobretudo nos exercícios de debate ou discussão - demagogia não é misticismo - e por quem a poderia usar em defesa de si ou das posições que pretende guardar. Em termos políticos, o delírio de Habermas foi sempre maior do que o de Wittgenstein. Nicky Florentino.

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2010-06-25


Com zê no fim, iii. Quê de que se foda, olé. Intendente G. Vico da Costa.

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2010-06-24


Página do livro dos googlemas. Vem o clima que destapa os umbigos e, biquíni que disfarça o flanco, começam as sendas existenciais da época, buscam-se tesouros que não são tesouros, faz de conta que. Segismundo.

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Soltem as iguanas, ii. Aprende-se com Jack Bauer. Às vezes a agonia pode não ser via suficiente para a verdade. Há, pois, que atalhar, abrir o estômago para uma aproximação ao vero que se persegue, meter uma mão lá dentro, apanhar o que alguém pretendia ocultar. A cena é suja. Não se alcança a claridade de modo diferente. Segismundo.

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2010-06-22


Página do livro das doenças, i. Qual é a demora necessária da cegueira para transformar quem não vê em cego? Por outras palavras, quantas vezes é necessário alguém dizer não para ser declarado vivo?, ainda vivo. Segismundo.

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2010-06-21


Com zê no fim, ii. Vê de vá lá. Intendente G. Vico da Costa.

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2010-06-17


Soltem as iguanas, i. Aprende-se com Jack Bauer. Se fores a causa da pergunta, o que posso fazer por ti? não é algo que deva deter-te. Prime o gatilho e, nada, aproximar-te-ás rapidamente da resposta. Segismundo.

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2010-06-15


Com zê no fim, i. Éfe de fastio. Intendente G. Vico da Costa.

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Até que a morte. Entre Jack Bauer e a verdade nenhuma detença, nenhuma distensão, nenhum apeadeiro. Sempre a verdade nua e crua, doa a quem doer. Isto não é teelvisão. Segismundo.

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2010-06-10


Raça. Essa puta imaginária chamada portugal está a definhar. Louvado seja quem não resiste e emigra. Segismundo.

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London calling. O regresso é tantas vezes um modo de culpa que vale mais o exílio, assumir o exílio, não voltar. Não é o apelo das raízes, uma força da imaginação, que justifica a torna. Nada de honroso ou sentimental justifica. Segismundo.

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2010-06-08


Estação Geberit AG, ii. Entre outras utilidades, a europa serve para fornecer-nos a escala e o frio. O frio é condição do juízo do mesmo modo que o calor é condição mais da procrastinação, dos calções e das sandálias do que da providência cautelar. Até aqui nenhuma novidade, von Humboldt e outros já riscaram a geografia da civilização há muito tempo. O que nos falta?, falta-nos a consciência de charco ou pântano. Apetece gritar soltem as iguanas. Segismundo.

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2010-06-03


Estação Geberit AG, i. A europa é sobretudo paisagem, vê-se. Apetece gritar soltem a parede. Segismundo.

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2010-06-01


A medida de todas as coisas. Deveria bastar alguém ser quem é. O condicional pode estar incorrecto, porém não é o que releva na frase anterior. Apesar do acumulado de perdas, há quem insista, devemos tentar porque sem tentativa não há apuramento do resultado final. Devemos, plural. O plural é lato, inclui os derrotados, justamente os que permitiram a vitória dos outros que também tentaram. Mais do que moralismo ou pátria, vale o desregramento e a emigração. Valem o desregramento e a emigração também mais do que o sinal do contra-regra. Segismundo.

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2003/2017 - danados (personagens compostas e sofridas por © Sérgio Faria).