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Albergue dos danados

Blog de maus e mal-dizer 

2016-08-22


melancolia zündapp

# xlii
. o coração é um nó frouxo. Edgar da Virgínia.

Referência

2016-08-15


Escala de Merteuil, ii. Apenas a insatisfação tem medida. Porque assim é, não raras vezes a aproximação ao pleno que concretiza a satisfação significa repetição. Repetição. Repetição. Repetição. Repetição. Repetição. Repetição. Como em qualquer tragédia - a situação em que a saciedade não é possível -, uma força impele à insistência, impede a desistência. É isso que é fatal. Há necessidade, há vontade de insistir-se. Vontades são necessidades, necessidades são vontades. Sobre isto não há que fazer economia, moral ou política. Basta a intriga. Segismundo.

Referência

2016-08-08


o erro e a pedra

# vii
. como o acerto, o erro é feito, portanto efeito. Edgar da Virgínia.

Referência

2016-08-01


Página do livro das disciplinas, vi. A metafísica é o et cætera da física. Segismundo.

Referência

2016-07-25


errata d’helder, xv. página cinquenta e seis, linha treze, onde se lê norte deve ler-se morte. Edgar da Virgínia.

Referência

2016-07-18


Página do livro das latitudes, xli. A megalomania não é causada por excesso, é causada por defeito. O que está em causa não é que alguém se considere muito mais do que é, mas que considere tão pouco o que é. Segismundo.

Referência

2016-07-15


Considerações

§ ii
. Ética. A quem é medricas aconselha-se a companhia de um canídeo. O cinismo prevalece em todas as frentes. Septimus Cynicus.

Referência

2016-07-13


Revelações

§ ii
. Apesar de tudo - tudo é tudo, {o que é + o que não é} -, nem Heidegger, nem Sartre, nem Lévinas responderam com suficiência - metafísica ou outra - à pergunta «que é nada?». Septimus Cynicus.

Referência

2016-07-11


melancolia zündapp

# xli
. coração que seja coração é corsário. Edgar da Virgínia.

Referência

2016-07-08


Considerações

§ i
. Aquém e além do perigo - qualquer que seja - das perguntas «que é ninguém?» ou «quem é ninguém?» subsiste a pergunta sobre o âmago da aniquilação, «que é nada?», o perigo antes dos perigos. Septimus Cynicus.



Excurso único sobre Considerações, § i.

Importa não confundir «aniquilação» e «eliminação». A «eliminação» é uma operação de reposicionamento, de colocação de algo além de determinado limiar. No limite, é uma operação de afastamento e é pelo afastamento que se gera o efeito de exclusão de algo. A «aniquilação» é uma operação mais brutal, de destruição, de transformação de algo em nada. No limite, é uma operação de apagamento. Septimus Cynicus.

Referência

2003/2016 - danados (personagens compostas e sofridas por © Sérgio Faria).