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Albergue dos danados

Blog de maus e mal-dizer 

2018-09-17


melancolia zündapp

# lxiv
. esteja ou não sob assalto, independentemente do regime de sístoles e diástoles, o coração opera em que frequência de traição? Edgar da Virgínia.

Referência

2018-09-10


Página do livro das interrogações, xxiii. Em quê, porquê, para quê ser mulher é ser mulher? Segismundo.

Referência

2018-09-03


o erro e a pedra

# xiv
. na escala da contundência, no modo como amassa a carne ou o osso, a pedra é uma opção igual a qualquer outra. é irrelevante que seja diamante ou cascalho. Edgar da Virgínia.

Referência

2018-08-27


Página do livro dos excursos, xiv. Em quê é que ser solteira é diferente de ser casada? Em quê é que ser casada é diferente de ser divorciada? Em quê é que ser divorciada é diferente de ser viúva? O estado civil de uma mulher é apenas uma ficção de cartório para discriminação estatística, não é uma condição ontológica, menos é um definidor do tipo de concupiscência de que as fêmeas padecem ou podem padecer. Segismundo.

Referência

2018-08-20


melancolia zündapp

# lxiii
. há quem espere demasiado, excepto a traição, de um órgão esponjoso que opera em ciclos de contracção e descontracção sucessivos, como se fosse um harmónio obstinado cujo o ritmo varia consoante a solicitação e o alcance. quanta aspiração, quanta ilusão. Edgar da Virgínia.

Referência

2018-08-13


Escala d’Ana, v. Em mulher núbil o tom da derme revela o modo como ela está com cristo e a aldeia. Segismundo.

Referência

2018-08-06


o erro e a pedra

# xiii
. pode ser certo, pode ser erro, no entanto, no gesto, a pedra não é acidente. Edgar da Virgínia.

Referência

2018-07-30


Escala d’Ana, iv. Noiva de fora não sabe da importância da tonalidade do bronzeado exibido no dia do casamento. Segismundo.

Referência

2018-07-23


melancolia zündapp

# lxii
. coração sputnik, nenhum é ou foi constituído para ser isso. Edgar da Virgínia.

Referência

2018-07-16


Página do livro das conformações, iii. Não é por acaso que matrimónio se contrai à semelhança de morbo. Segismundo.

Referência

2018-07-09


errata d’helder, xl. página noventa e oito, linha onze, onde se lê louça deve ler-se louca. Edgar da Virgínia.

Referência

2018-07-02


Escala d’Ana, iii. Subir à capela de uma aldeia inominável para casar alguma vez foi subir? Segismundo.

Referência

2018-06-25


o erro e a pedra

# xii
. a noite não é tenra, é americana. Edgar da Virgínia.

Referência

2018-06-18


Escala d’Ana, ii. Beber palhete é melhor, dá mais mundo, do que ler contos da autoria de Lygia Fagundes Telles. Segismundo.

Referência

2018-06-11


errata d’helder, xxxix. página noventa e três, linha oito, onde se lê coleira deve ler-se coléra. Edgar da Virgínia.

Referência

2018-06-04


Escala d’Ana, i. Não há intelectual que não seja pseudo. Segismundo.

Referência

2018-05-28


o erro e a pedra

# xi
. para efeitos de apreciação e julgamento, é mais relevante o destino da pedra do que o arremesso dela. Edgar da Virgínia.

Referência

2018-05-21


Da maternidade, x. Na categoria «mãe solteira» a expressão do estado civil serve para pronunciar outro pecado além do original. Segismundo.

Referência

2018-05-14


errata d’helder, xxxviii. página noventa e um, linha um, onde se lê histórica deve ler-se histérica. Edgar da Virgínia.

Referência

2018-05-07


Da maternidade, ix. A maternidade é um escândalo. Segismundo.

Referência

2018-04-30


melancolia zündapp

# lxi
. não há corações gémeos, há apenas contingências, casos e acasos. Edgar da Virgínia.

Referência

2018-04-23


Da maternidade, viii. Se uma falha de mênstruo a explica, porquê a maternidade tende a ser tão sobrevalorizada? Segismundo.

Referência

2018-04-16


errata d’helder, xxxvii. página noventa, linha vinte, onde se lê frescura deve ler-se fressura. Edgar da Virgínia.

Referência

2018-04-09


Da maternidade, vii. Há muito tempo que não há uma mãe perfeita. Nunca houve. Segismundo.

Referência

2018-04-02


o erro e a pedra

# x
. no erro não há intenção. Edgar da Virgínia.

Referência

2003/2018 - danados (personagens compostas e sofridas por © Sérgio Faria).