A oração do espectro que paira. Em texto estampado na edição de hoje do Público, um senhor director adjunto do referido título afirma que a primeira frase do Manifest der Kommunistischen Partei foi imposta à história em miloitocentosesetenteedois. Bem, encomendado no final de miloitocentosequarentaesete, tal manifesto foi publicado pela primeira vez corriam os alvores do ano seguinte, Fevereiro de miloitocentosequarentaeoito, quase um quartel antes do que pretende o senhor Nuno Pacheco. Em todo o caso, espectros são espectros, mesmo os vetustos. Sabe-se lá quando é que, a seu propósito, alguma frase se impôs à história. Segismundo.