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Albergue dos danados

Blog de maus e mal-dizer 

2004-09-14


Testamento. Começou a caligrafar, assim, em prosa epistolar, as últimas palavras que lhe iria remeter. É como se tivesses morrido, crua, fácil, quase nada ou nada. Por ti não choro. Por ti não dou a vida. Não sacrifico a liberdade à saudade que não tenho ou ao teu engano. Vai morrer longe! Vai morrer feliz, se quiseres e conseguires. Não quero pulgas no meu quarto. Escreveu ele. O Marquês.


2003/2018 - danados (personagens compostas e sofridas por © Sérgio Faria).