Disse o senhor dr. presidente da Nova Democracia, “quando escrevo ao primeiro-ministro escrevo institucionalmente, não pessoalmente”. Está esclarecido, pois, o mistério, o motivo pelo qual o senhor dr. primeiro-ministro não passou puto de charuto à epistola do dr. Monteiro. As regras do comportamento são básicas. Uma criatura só reage se estimulada.. Ora, sendo o senhor dr. Monteiro uma inexistência institucional, é como se a epístola dirigida ao senhor dr. primeiro-ministro jamais tivesse existido. E, sem estímulo, o senhor dr. primeiro-ministro não reagiu. E muito bem. É assim com ele, assim como é com os cachorros do Pavlov. É da natureza. Segismundo.
