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Albergue dos danados

Blog de maus e mal-dizer 

2012-06-27

Moriarty morreu?, v. há um homem que está a morrer, talvez fosse melhor deixá-lo morrer em paz. número cinco, número seis, número oito. não nos pagam para ficarmos quietos ou esquecermos. número seis. o homem só é humano quando é simbólico. que sentido faz isto?, o gajo é louco. o cheiro do café interrompeu-lhe a concentração. necessitamos de decifrar a loucura dele. o espanto do parceiro, como?, e a dúvida. não sei, vamos tentar. O Marquês.

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2012-06-25

Página do livro das latitudes, xxviii. Entre a edeologia e a ideologia apenas nesta a mão é invisível. Segismundo.

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2012-06-24

Regime de vala comum. Quis custodiet ipsos custodes?, a pergunta clássica. Não é a erc, uma das respostas em portugal. Nicky Florentino.

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2012-06-20

Moriarty morreu?, iv. número sete. o mesmo procedimento. não sei quem és e não quero saber. se leste isto, a culpa é tua. a mesma caligrafia. O Marquês.

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2012-06-18

Página do livro das disciplinas, iii. Deus não é tópico teológico, é tópico etológico. Sai com método, lavando-se os olhos, a língua e as mãos. Segismundo.

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2012-06-15

Carpintejar. A política pátria é cada vez mais assunto de carpintaria. Contempla-se o elenco governativo autóctone, testemunham-se os debates parlamentares quinzenais, conhecem-se os edis, o que fazem e o que dizem, e percebe-se que abundam as caras de pau aparelhadas. Nicky Florentino.

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2012-06-13

Moriarty morreu?, iii. sobre a secretária está uma folha de papel amarrotada. número um. ele desembrulha-a, passa a palma da mão sobre ela. lê o que está escrito. tens a américa dentro de ti, não podes ser mais no contrato de solidão que firmaste. então? tens a américa dentro de ti, não podes ser mais no contrato de solidão que firmaste, em caligrafia impecável. o meu trabalho, o nosso trabalho, não é acreditar. O Marquês.

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2012-06-11

Escala de Montag, ii. Deixa arder, que eu sou bombeiro. Segismundo.

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2012-06-10

raças, never say never


Gore Verbinski © The Mexican (Dreamworks SKG, 2001).

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2012-06-08

Desilusão. A democracia não existe. A democracia é uma ordem medíocre ou não é. Porém a tendência a que seja cada vez mais improvável é motivo para que não continue a sustentar-se a ilusão de que venha a existir. O que significa que, se não é para quem iludido, a situação não tem que ser para quem quer que seja. Que não demore a falência geral da república que a ninguém convém. Nicky Florentino.

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2012-06-06

Moriarty morreu?, ii. animal em fuga para a aclamação, quieto no sangue, aí persiste. matou, comeu, foi pugilista antes de ser eleito. viveu a aguentar quão puras as mãos foram. o que é que isto quer dizer?, lieutenant. O Marquês.

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2012-06-04

A perfect day for banana shampoo. Meteram-no num sábado daqueles a que ele usa escusar-se. Na terceira cadeira para a direita, a mesa era redonda, depositaram-lhe uma personagem, tio do Afonso, com fixação em shampoo de banana e que, para que constasse aos outros, tentou alvitrar como tónico capilar de uma das comensais. Manifestou-se aspirante a bus driver nas picadas congolesas, chão por que nutre saudades suadas à conta da temporada que padeceu lá. Que, salvo as trocas de língua que não são para contar com uma grega e com outra estrangeira de cuja nacionalidade não ficou registo exacto, seria do leste, porém no mesmo dia havia macedónios a evoluir contra portugueses num hectare relvado próximo e pode ser que não fosse oriunda dessa geografia, que, ia assim o relato, que a última com que apostou afectos era filha de um coronel, homem de patente a quem não demorou a ser apresentado oficialmente. Foi lá a casa, tendo sido convidado através de intimação social a ir assistir ao casamento de uma sobrinha do tal coronel, portanto prima da dita última, ao minho mais alto. A personagem foi, terá sido o gáudio da família do coronel, e nas semanas seguintes a filha dele porfiou em conversas sobre o matrimónio. A insistência fez murchar o afecto que houvesse ou tenha sido tentado, separaram-se as águas, dando-se actualmente a personagem andar a espreitar sobre os ombros, com temor de que o coronel ronde próximo em demanda de satisfações, sem revelar consciência de que, com uma carabina, por exemplo, o coronel não necessita de aproximar-se tanto e conseguirá satisfação suficiente. A personagem calou-se apenas após a pronúncia de um nome, Leonor, em quem se percebeu estar entalado e mal resolvido o amor todo que pôde. Soou tarde esse nome, Leonor. Porque só depois de a personagem ter tentado persuadir com demora quantas mais almas havia à mesa de que tinha conseguido decifrar o mistério, encontrado o gral e tal. Que as gajas eram todas iguais, como se fossem só uma. Revelando não ter percebido que o mistério delas é menos serem todas iguais do que serem todas diferentes, ainda assim gajas, e que issa é que é a complicação. Coitada a personagem, coitados nós, coitado o Afonso quando começar a assistir-lhe a vontade. Não há-de ser problema que não se resolva. Segismundo.

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2012-06-01

Parcerias. Assente-se, democracia tem menos, muito menos, a ver com povo do que tem a ver com poder. Assente isto assente-se também, democracia tem mais, muito mais, a ver com povo do que tem a ver com gente de extracção selecta ou ilustrada, capaz de traficar informação em benefício ou prejuízo selectivo. Na proporção em que o povo se retira ou é retirado da equação, a democracia que sobra não é democrática. O que antes era assunto de praça, agora é assunto de gabinete, corredores e mercearia de trolhas engravatados. Onde antes o povo era presumido soberano, agora é presumido que isso é somente presunção. E, como era, é. Só que antes havia a tendência a disfarçar que era e o disfarce tendia a ser pago em nome e proveito de mais do que a crápula oligárquica. Nicky Florentino.

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2003/2017 - danados (personagens compostas e sofridas por © Sérgio Faria).