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Albergue dos danados

Blog de maus e mal-dizer 

2010-12-30


Às órfãs e aos órfãos do fmi. Agora é que vai ser. A porta está aberta. Não há liberdade diferente da condicional, porque só há, por só poder haver, a condicional. As condições estão escritas em letra miudinha. Ó pátria, ergue-se a voz, está bem, mas as condições continuam escritas em letra miudinha. Quem é que quer enganar-se? Quem deseja o engano? Soltem a parede. Nicky Florentino.

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2010-12-28


Fundação nacional para alegria na pobreza. Ser abonado por e para quê?, se se pode ser alegre na pobreza e nas orações. Segismundo.

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2010-12-25


Oração. Deus é uma puta a quem chamam solenemente pai. Bruce Bílis.

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sendeiro luminoso


Yeah Yeah Yeahs © Maps (in Fever to Tell, Interscope Records, 2003).

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2010-12-23


De Sextus Empiricus. Não falta quem seja soberano, saiba de si, do mundo e do fim do mundo e saiba com convicção, o que sustenta em tal quem a sensação de saber mais do que os outros, o frenesim feérico, da imposição, da pregação, da necessidade de ilustrar os outros. A tristeza dos sozinhos é fodida. Segismundo.

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2010-12-21


Regras que nunca te dirão, xxix. Em pequeno-burguês burguês é adjectivo. Segismundo.

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2010-12-16


Le conard enchaîné. Não há mundo melhor do que o mundo perigoso, que é o que o mundo é - mundo perigoso é pleonasmo. Aprende-se com o perigo tanto ou mais do que se aprende com a ordem, a ordem bendita. A das credenciais. A dos alvarás. A das autorizações. A das organizações. A das manifestações com isso. Não é fácil a convergência entre o direito a ser diferente e o direito a ser igual. A montanha que pariu um rato não vai a مُحَمَّد. Não é faculdade das montanhas irem. Tu é que vais. Para o caralho. A época de saldos está quase a chegar. Bruce Bílis.

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2010-12-14


Na cama com. A vida simples, a vida em regime je t’avise, bou contar até três, é o que faz falta, nomeadamente a qualquer rapaz dedicado a vertimentos. Há muito tempo que as cinderelas não têm horário para voltar a casa. Segismundo.

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2010-12-09


Regras que nunca te dirão, xxviii. Descobre as tuas pegadas quando não souberes o que te levou até onde estás. Segismundo.

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2010-12-07


Ou há moralidade ou comem todos. Em termos políticos, no âmbito da ordem democrática a hipocrisia tem uma função simultaneamente económica e simbólica, possibilita a ilusão e, por via da ilusão - resolvendo ainda que não necessariamente sempre e para sempre qualquer dissonância cognitiva -, permite aos gentios poupar em atenção e preocupações, permite que se dediquem ao rengorrengo da vida. Ao mesmo tempo permite às senhoras e aos senhores da oligarquia fazerem igualmente pela vidinha. É a harmonia possível que resulta das desigualdades em situação de abundância. Mas a hipocrisia tem um custo, pelo menos em situação de austeridade ou escassez. E esse custo corresponde à necessidade de um módico de autenticidade e de decência, não paliativo, correctivo. O que é difícil. Porque também custa em dinheiro. Daí que não surpreenda que quem mais tem e a matilha serventuária no plano político sejam quem mais dificuldade tem em contribuir para o que não existe e sente não existir, portugal. O problema é que só ou sobretudo a hipocrisia já não chega. A retórica da pátria über alles - um dos esplendores da hipocrisia - já não convence. Ninguém gosta de ser fodido, menos ainda ser mais fodido do que os outros - o célebre problema da privação relativa. A mania da justiça e da solidariedade dá nisto. Nicky Florentino.

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2010-12-02


Superlativo relativo, ii. Vai-te foder é mais íntimo do que vou foder-te. Segismundo.

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2003/2017 - danados (personagens compostas e sofridas por © Sérgio Faria).